Do The Yellow Dance
If madness comes, so much the better - Touché.


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Terça-feira, Abril 24, 2007

Segunda-feira, Dezembro 11, 2006









Quarta-feira, Dezembro 06, 2006

Sexta-feira, Julho 14, 2006

Ei!
me mudei pra o blogspot.
Apareçam lá!


Sexta-feira, Junho 09, 2006

Terça-feira, Junho 06, 2006

Adendo.

tocou uma música desse disco no podcast All Songs Considered, um programa muito bom da rádio pública americana (npr).
foi foda descrobrir I am robot and proud por vários motivos:
- eu estou fazendo música no computador, e eu gosto de música feita em computador que soa como música feita em computador.
- uma das músicas que eu estou fazendo no computador diz (vai dizer) que "os filmes não representam os robôs do jeito que nós merecemos".
- essa posição dele tocar ao vivo realmente é uma das posições em que eu mais fiquei durante a minha vida, achar um cara que faz isso no palco é fantástico.




Eu passei alguns anos da minha vida sentado nesta posição, na escola técnica. Tenho um calo em cima do pé até hoje.

N#O#T#E#B#O#O#K M#U#S#I#C

Blip Blop Zing Tuing
I am robot and proud - the electricity in your house wants to sing
(a página oficial dele tem uma sessão de links chamada 'do it yourself' com muitos programas e tutoriais pra fazer música no computador - uma verdadeira sacanagem com quem trabalha 8 horas por dia)

bling bling bing ziiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiinnnnnnnnnnnnnn
thom yorke - the eraser
(uma entrevista que a rolling stone fez com o homem sobre o disco)

"This is fucked up - fucked - up."


Sexta-feira, Junho 02, 2006

Tão imbecil que é bom!
Um doente mental fez versões das músicas dos Pixies imaginando como elas ficariam interpretadas por outros artistas, como Jimi Hendrix e Frank Sinatra. Tinha tudo pra ser uma merda, mas o cara fez TÃO BEM que é impossível não rir.
Check it out!


Quinta-feira, Junho 01, 2006

Neologismos em gotas

Neologismo de hoje: kernel.
Kernel é a parte de um sistema operacional que trata do hardware básico, ou seja - a parada que faz o computador entender que ele é um HD e um processador em uma placa-mãe (processo, logo existo). Hoje em dia ganhou o sentido de semente, ou idéia principal de um empreendimento. Exemplo: O kernel era fazer os pobres terem um prato de comida todo dia.

Don't worry, amiguinhos. Depois piora.


Quarta-feira, Maio 31, 2006

puta que pariu!

Chuck Norris lê os "10 Chuck Norris Facts"!





Da lista de design, que por sua vez roubou do Life Hacker (ganhador do rave award de melhor blog do ano):

Uma ferramenta online pra criar suas próprias fontes.

Agora todo mundo pode brincar de Buggy.


Segunda-feira, Maio 29, 2006



Que merda!


Quinta-feira, Maio 25, 2006



Ouvi o Chaos And Creation In The Backyard!

Mas aí...
Eu também ouvi Show Your Bones, dos Yeah Yeah Yeahs. E gostei mais!

Paul MacCartney soa meio perdido... A única música que eu achei que soava como algo novo, e que tem energia vital, é a que eu já tinha ouvido em todo canto - Fine Line.
O resto do disco é uma colagem de um monte de truques que Nigel Godrich já usou nos discos de todo mundo. Neste fim de semana um amigo falou que passou um tempo ouvindo repetidamente este disco, e agora, depois de escutar, eu percebo que foi o que aconteceu comigo quando, anos atrás, me encantei pelo Sea Change, de Beck, pra depois descobrir que era uma imitação do Tropicalia Mutations, que eu não conhecia.
Chaos And Creation... é uma imitação do Sea Change, que é uma imitação do Tropicalia Mutations. Sacou? Esse meu amigo não deve ter ouvido esses discos de Beck.
Tem umas coisas boas. Friends To Go é bom! Mas eu preferi o Driving Rain.

Eu gosto um bocado do Yeah Yeah Yeahs, mas o Fever To Tell não chegou a ser um disco que eu ouvi muito. Eu gostei muito da estética da banda, do jeito que eles soam no disco quase que exatamente ao jeito que eles tocam ao vivo, com o guitarrista ninja e iconoclasta Nick Zinner se desdobrando em mil pra fazer a parede de som que ele faz.
Eu não esperava grande coisa do disco novo dos Yeah Yeah Yeahs. Eu vi que eles estavam usando violão, achei o som de Gold Lion bem pop, e li por aí que não estava tão bom quanto o Fever To Tell.
Pra minha surpresa, o que eu ouvi não foi uma banda querendo soar pop pra vender, e sim os músicos do cacete que os três são expandindo as possibilidades do som deles pra continuar fazendo música boa. Neste disco não tem nenhuma musiquinha nojenta com base de blues feito Man. Cada uma das músicas é um desafio às formas pré-estabelecidas.
Muito bom.
Muito muito bom.
Mesmo.

Pelo menos agora - hoje -, Yeah Yeah Yeahs pode fazer um disco com uma orquestra sinfônica e um coro de duzentas crianças, e ainda assim vai soar fresquinho, enquanto Paul MacCartney não conseguiu soar simples nem quando toca todos os instrumentos sozinho.

"Well I'm
Tak-a-tak-a-tak-a-tak-a-takin' it off
And she's
Tak-a-tak-a-tak-a-tak-a-takin' it off
And he's
Tak-a-tak-a-tak-a-tak-a-takin' it off
And we're
Tak-a-tak-a-tak-a-tak-a-takin' it off
Sometimes
I think that I'm bigger
Than the sound
I think that I'm bigger
Than the sound
I think that I'm bigger
than the sound
I think that I'm bigger
Than the sound"
- muito bom

"The definition of friendship
Apparently ought to be
Showing support for the one that you love
And I was open to friendship
But you didn't seem to have any to spare
While you were riding to Vanity Fair"
- sinceramente... muito ruim.

PS. - A capa do disco de Paul é muito melhor!


Segunda-feira, Maio 22, 2006

DEMORÔ!


Terça-feira, Maio 09, 2006

Tem dias que pra mandar um se fuder só falta esse um passar na sua frente.